Após leituras e debates sobre as "Plásticas Sonoras" de Walter Smetak, chegou a hora dos alunos colocarem sua criatividade para funcionar, e criarem seus instrumentos "visuais". A sétima série (oitavo ano) do ensino fundamental, reunidos em equipes, utilizando materiais diversificados - cabaças, tubos, barbante, latas, plástico, etc - confeccionaram suas próprias "Plásticas Sonoras", vivenciando a proposta de Smetak, que dizia: "o imprevisto é irmão da improvisação”. Durante as aulas, portanto, os alunos foram estimulados a criar experimentações sonoras de todo tipo, misturando música com artes visuais.
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Após leituras e debates sobre as "Plásticas Sonoras" de Walter Smetak, chegou a hora dos alunos colocarem sua criatividade para funcionar, e criarem seus instrumentos "visuais". A sétima série (oitavo ano) do ensino fundamental, reunidos em equipes, utilizando materiais diversificados - cabaças, tubos, barbante, latas, plástico, etc - confeccionaram suas próprias "Plásticas Sonoras", vivenciando a proposta de Smetak, que dizia: "o imprevisto é irmão da improvisação”. Durante as aulas, portanto, os alunos foram estimulados a criar experimentações sonoras de todo tipo, misturando música com artes visuais.










Quantas vezes você já foi a um museu? Poucas? Muitas? A resposta varia de pessoa para pessoa........Com a intenção de incentivar a prática de freqüentar centros culturais, que tanto têm a acrescentar em nosso repertório, foi organizado um passeio das turmas de sétima série para o MAM – Museu de Arte Moderna da Bahia. Após visitar a exposição Coleção MAM-BA: 50 anos de Arte Brasileira, os alunos foram convidados a registrar, em seus portifólios, suas experiências estéticas, ou seja, suas vivências e sensações a partir do contato com as obras de arte em exposição no museu. Além de muito divertido, esse passeio serviu para mostrar a todos que museu não é lugar de “coisa velha”, muito pelo contrário! Como foi visitada uma mostra de Arte Contemporânea, os trabalhos vistos são super atuais e instigantes!!!

A BELEZA vem da emoção que temos diante de uma obra de arte quando percebemos o que o artista tenta transmitir. A BELEZA vem também da sensação de conseguirmos ver o mundo da maneira que pensamos ter sido a intenção do artista. Dessa forma,até mesmo uma marcha fúnebre pode ser bela, apesar de triste. Porque a beleza emociona, e o mundo da arte, como o mundo real, tem aspectos agradáveis e alegres, assim como desagradáveis e tristes.
E de onde veio essa idéia de “boniteza”? O BONITO está associado à idéia de harmonia, simetria, equilíbrio e proporcionalidade, herança da Grécia Antiga. O BONITO se baseia num modelo universal, “agradável aos olhos”, que mostra o mundo não como ele é, mas como deveria ser. Geralmente é associado à características como a alegria, a distração e o disfarce das imperfeições.
(Trecho extraído e adaptado de Questões de Arte, de Cristina Costa.)
A quem pertence a cidade?
No livro A quem pertence a cidade?, Liliana Iacocca conduz o leitor a um verdadeiro passeio cinematográfico. Pouco a pouco, personagens dos mais variados tipos se destacam da multidão e deixam conhecer seus dramas e alegrias, mostrando a face humana da grande cidade. As imagens, criadas por Graziela Iacocca, filha da autora, acompanham com delicadeza os movimentos do texto. São belíssimas ilustrações, em que fragmentos de diferentes elementos - papelão, retalhos de pano, manchas de tinta - se misturam e constroem imagens de uma cidade colorida e plural. A quem pertence a cidade? é um livro que, ao colocar em discussão o direito de cada um a seu espaço, ajuda as crianças a entenderem melhor seu papel como cidadãos na construção do cotidiano.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Os alunos criam suas "Plásticas Sonoras"
Após leituras e debates sobre as "Plásticas Sonoras" de Walter Smetak, chegou a hora dos alunos colocarem sua criatividade para funcionar, e criarem seus instrumentos "visuais". A sétima série (oitavo ano) do ensino fundamental, reunidos em equipes, utilizando materiais diversificados - cabaças, tubos, barbante, latas, plástico, etc - confeccionaram suas próprias "Plásticas Sonoras", vivenciando a proposta de Smetak, que dizia: "o imprevisto é irmão da improvisação”. Durante as aulas, portanto, os alunos foram estimulados a criar experimentações sonoras de todo tipo, misturando música com artes visuais.
sábado, 31 de julho de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Quantas vezes você já foi a um museu?
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Como a Arte se insere na sua vida?

No primeiro dia de aula da 7ª série, os alunos foram estimulados a pensar como a Arte se insere em suas vidas. Muitas vezes, para eles, a Arte está associada apenas a desenhos, pinturas, esculturas, ou seja: as linguagens tradicionais das Artes Visuais. Porém, sabemos que não é apenas isso! Quando escolhemos acessórios e roupas com as quais nos sentimos bem, quando apreciamos uma bonita paisagem ou assistimos a um filme, estamos deixando a Arte entrar em nossas vidas, através de experiências estéticas, que podem passar despercebidas em nosso cotidiano atribulado. Os alunos, então, elaboraram pequenos textos com o questionamento: Como a Arte se insere em sua vida? Logo abaixo, finalmente, podem ser lidos alguns trechos.
A Arte na minha vida influencia muito, pois, na minha opinião, sem Arte o mundo pararia.A Arte me ajuda não só a desenhar, como também a ver as coisas de um modo diferente, por exemplo, um rabisco pra mim é um ponto de partida para um desenho sensacional !Tudo é arte...
Victor Galeffi (7ª A)
Victor Galeffi (7ª A)
Arte está presente no meu esporte favorito: eu adoro fazer Arte nas ondas do mar. Para mim a Arte é uma forma de expressar você, seu estilo no surf (no meu caso) ou em qualquer esporte, atividade e no seu modo de viver.
Rafael de Carvalho (7ª C)
Rafael de Carvalho (7ª C)
A Arte se insere na minha vida de várias formas, como em museus, galerias de arte, cinema, música, revistas, gibis...a Arte está em todos os lugares, até naqueles que nem se pode imaginar. Nas ruas, por exemplo, as sinaleiras de trânsito, têm formas geométricas e também se incluem em como a Arte está inserida em nossas vidas.
Liz Moraes (7ª C)
Liz Moraes (7ª C)
A Arte faz parte da minha vida a todo momento e a todo lugar que vou. Quando vou ao cinema , ou ao teatro, percebo que a Arte é uma forma de expressão. Na biblioteca, quando leio um livro, vejo que a Arte é uma evolução. Na dança, a Arte vira meu chão. Meu pensamento é Arte, Arte é o viver...
Camille Lordelo (7ª C)
A Arte, sem dúvida, está muito presente na minha vida. Sinto a Arte quando vejo um pôr-do-sol na Barra, quando ouço uma música e reflito sobre a sua proposta, quando, no carnaval, vejo um monte de gente fantasiada, quando vejo um out door, quando vejo as pinturas dos tetos da igreja, quando vejo o desfile das escolas de samba, quando leio um livro, quando reparo as grandes "bobagens inocentes" que as crianças falam, quando vou para a feira, quando assisto a um filme, quando mergulho, quando escrevo uma poesia, quando vejo as roupas das pessoas, enfim: quando respiro.
Júlia Rezende (7a C)
Na minha opinião, a Arte se insere de inúmeras maneiras no meu cotidiano, pois acho que a Arte está praticamente em tudo no dia-a-dia; desde a decoração do meu quarto, a uma música que ouço na rádio. Como não temos um só tipo de arte, ela pode estar presente nas coisas mais simples que você imaginar. Está em um filme, no teatro, em uma dança, na literatura e na arquitetura. Acho que, mesmo que você não perceba, ela está alí presente, mesmo que você não repare.
Flora Tavares (7a C)
A Arte faz parte da minha vida em todos os momentos. A Arte, para mim, é uma forma de expressar os sentimentos. A Arte é música, dança, sentimentos, enfim, a Arte é expressão. Ela está presente no cotidiano de cada pessoa, cada pessoa tem um jeito de observar a arte de uma forma: pode ser vulgar, feia, bonita, etc. A Arte é uma forma totalmente natural e positiva de viver!
Júlia Quirino (7a C)
Camille Lordelo (7ª C)
A Arte, sem dúvida, está muito presente na minha vida. Sinto a Arte quando vejo um pôr-do-sol na Barra, quando ouço uma música e reflito sobre a sua proposta, quando, no carnaval, vejo um monte de gente fantasiada, quando vejo um out door, quando vejo as pinturas dos tetos da igreja, quando vejo o desfile das escolas de samba, quando leio um livro, quando reparo as grandes "bobagens inocentes" que as crianças falam, quando vou para a feira, quando assisto a um filme, quando mergulho, quando escrevo uma poesia, quando vejo as roupas das pessoas, enfim: quando respiro.
Júlia Rezende (7a C)
Na minha opinião, a Arte se insere de inúmeras maneiras no meu cotidiano, pois acho que a Arte está praticamente em tudo no dia-a-dia; desde a decoração do meu quarto, a uma música que ouço na rádio. Como não temos um só tipo de arte, ela pode estar presente nas coisas mais simples que você imaginar. Está em um filme, no teatro, em uma dança, na literatura e na arquitetura. Acho que, mesmo que você não perceba, ela está alí presente, mesmo que você não repare.
Flora Tavares (7a C)
A Arte faz parte da minha vida em todos os momentos. A Arte, para mim, é uma forma de expressar os sentimentos. A Arte é música, dança, sentimentos, enfim, a Arte é expressão. Ela está presente no cotidiano de cada pessoa, cada pessoa tem um jeito de observar a arte de uma forma: pode ser vulgar, feia, bonita, etc. A Arte é uma forma totalmente natural e positiva de viver!
Júlia Quirino (7a C)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A diferença entre BELO e BONITO
A BELEZA vem da emoção que temos diante de uma obra de arte quando percebemos o que o artista tenta transmitir. A BELEZA vem também da sensação de conseguirmos ver o mundo da maneira que pensamos ter sido a intenção do artista. Dessa forma,até mesmo uma marcha fúnebre pode ser bela, apesar de triste. Porque a beleza emociona, e o mundo da arte, como o mundo real, tem aspectos agradáveis e alegres, assim como desagradáveis e tristes.
E de onde veio essa idéia de “boniteza”? O BONITO está associado à idéia de harmonia, simetria, equilíbrio e proporcionalidade, herança da Grécia Antiga. O BONITO se baseia num modelo universal, “agradável aos olhos”, que mostra o mundo não como ele é, mas como deveria ser. Geralmente é associado à características como a alegria, a distração e o disfarce das imperfeições.
(Trecho extraído e adaptado de Questões de Arte, de Cristina Costa.)
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Sugestões de Leitura
Arte Indigena: Do Pré-Colonial à Contemporaneidade
Essa obra do pesquisador Percival Tirapeli apresenta, de forma simples e abrangente,a arte rupestre brasileira até a representação indígena nos tempos atuais. Passa pela arqueologia, pelos séculos 16 e 18 e por Lygia Pape com seu Manto Tupinambá. Dá ênfase às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, onde foram marcantes as presenças do índio e de ancestrais americanos. O autor declara: Sabemos que a arte indígena é viva e que são muitos os povos que a tornam presente sob formas de cerâmica, plumária, cestaria e pintura corporal. As ilustrações do livro são de ótima qualidade, e ajudam no entendimento das origens da Arte Brasileira e sua ancestralidade.
Essa obra do pesquisador Percival Tirapeli apresenta, de forma simples e abrangente,a arte rupestre brasileira até a representação indígena nos tempos atuais. Passa pela arqueologia, pelos séculos 16 e 18 e por Lygia Pape com seu Manto Tupinambá. Dá ênfase às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, onde foram marcantes as presenças do índio e de ancestrais americanos. O autor declara: Sabemos que a arte indígena é viva e que são muitos os povos que a tornam presente sob formas de cerâmica, plumária, cestaria e pintura corporal. As ilustrações do livro são de ótima qualidade, e ajudam no entendimento das origens da Arte Brasileira e sua ancestralidade.
A quem pertence a cidade?
No livro A quem pertence a cidade?, Liliana Iacocca conduz o leitor a um verdadeiro passeio cinematográfico. Pouco a pouco, personagens dos mais variados tipos se destacam da multidão e deixam conhecer seus dramas e alegrias, mostrando a face humana da grande cidade. As imagens, criadas por Graziela Iacocca, filha da autora, acompanham com delicadeza os movimentos do texto. São belíssimas ilustrações, em que fragmentos de diferentes elementos - papelão, retalhos de pano, manchas de tinta - se misturam e constroem imagens de uma cidade colorida e plural. A quem pertence a cidade? é um livro que, ao colocar em discussão o direito de cada um a seu espaço, ajuda as crianças a entenderem melhor seu papel como cidadãos na construção do cotidiano.
Quem sou eu
- Artes no Oficina
- Espaço voltado para as aulas de Artes do Colégio Oficina.
Olá!
Sou Ludmila Britto, tenho 30 anos, sou formada em Artes Visuais e moro em Salvador-BA. Trabalho com Arte Contemporânea e dou aulas de Artes para 5a e 7a série do ensino fundamental do Colégio Oficina (minha amiga Solange Moura ministra as aulas da 6a e 8a séries).
Sou apaixonada por ARTE (não somente Artes Visuais, como também música, literatura, cinema, etc.), e descobri a internet como ferramenta de pesquisa e potencialização do meu trabalho.
Devido ao amor pela minha profissão, e ao desejo de compartilhar com todos o conteúdo/processo das aulas que coordeno, resolvi criar esse blog. Nesse espaço, serão mostrados trabalhos dos alunos, assim como seu processo de construção durante as aulas. Pequenos textos e imagens sobre os conteúdos trabalhados em sala também estarão presentes, que, juntamente com os sites sugeridos para pesquisa e as sugestões de leitura e eventos culturais, formarão uma interessante plataforma de pesquisa no campo das Artes. Comentários, críticas e sugestões são bem vindos, assim como discussões acerca de temas relevantes.
Sou Ludmila Britto, tenho 30 anos, sou formada em Artes Visuais e moro em Salvador-BA. Trabalho com Arte Contemporânea e dou aulas de Artes para 5a e 7a série do ensino fundamental do Colégio Oficina (minha amiga Solange Moura ministra as aulas da 6a e 8a séries).
Sou apaixonada por ARTE (não somente Artes Visuais, como também música, literatura, cinema, etc.), e descobri a internet como ferramenta de pesquisa e potencialização do meu trabalho.
Devido ao amor pela minha profissão, e ao desejo de compartilhar com todos o conteúdo/processo das aulas que coordeno, resolvi criar esse blog. Nesse espaço, serão mostrados trabalhos dos alunos, assim como seu processo de construção durante as aulas. Pequenos textos e imagens sobre os conteúdos trabalhados em sala também estarão presentes, que, juntamente com os sites sugeridos para pesquisa e as sugestões de leitura e eventos culturais, formarão uma interessante plataforma de pesquisa no campo das Artes. Comentários, críticas e sugestões são bem vindos, assim como discussões acerca de temas relevantes.





